Sobre a minha abordagem:

Trabalho a partir da Gestalt-terapia, uma abordagem terapêutica que valoriza o momento presente e a consciência das relações, sempre levando em conta o contexto singular de cada pessoa e de cada família.

Meu propósito é te ajudar a se conectar com suas emoções através do eixo pensar-sentir-agir, reconhecendo e acolhendo o que surge, para que possa lidar de maneira mais saudável com as transições e desafios na construção da parentalidade.

Caminharei ao seu lado, respeitando o seu ritmo, suas escolhas e a sua singularidade, apoiando o desenvolvimento do seu autossuporte – o fortalecimento da confiança em si -para escrever uma história genuína e com sentido.

Para pessoas tentantes:
– Ansiedade, medo ou culpa em relação à gestação
– Dificuldade emocional diante da tentativa de engravidar
– Impacto da jornada da fertilidade, na autoestima e no relacionamento


Durante a gestação:
– Insegurança em relação ao papel materno
– Dificuldade de criação de vínculo com o bebê
– Ansiedade, tristeza ou mudanças emocionais frequentes
– Prevenir alterações emocionais significativas na gestação

No parto:

  • Quando houver o desejo de um cuidado emocional mais próximo e consciente.
  • Há medos intensos, ansiedade ou insegurança em relação ao parto, seja ele vaginal ou cesárea.
  • Existiram experiências anteriores de parto difíceis, traumáticas ou frustrantes.
  • Há receio da dor, da perda de controle ou de não ser respeitada em suas escolhas.
  • O plano de parto gera dúvidas, conflitos ou sentimentos ambivalentes.
  • A gestante sente dificuldade em se conectar emocionalmente com o momento do nascimento.
  • Há histórico de ansiedade, depressão, pânico ou outras vulnerabilidades emocionais.
  • O parto envolve intercorrências, riscos ou decisões inesperadas.
  • Existe medo de reviver perdas gestacionais ou experiências de luto anteriores.
  • O(a) parceiro(a) ou a família também apresentam angústias ou dificuldades emocionais.
  • Há desejo de viver o parto de forma mais consciente, segura e respeitosa.


No pós parto:
– Sentimentos de exaustão, solidão ou sobrecarga materna
– Dificuldade de lidar com a nova rotina e demandas do bebê
– Sintomas de depressão pós-parto, tristeza persistente e desinteresse.


Para mães, pais e cuidadores:
– Desejo de adotar estratégias parentais mais respeitosas
– Dificuldade de impor limites sem recorrer a punições ou gritos
– Desafios para estabelecer uma conexão saudável com os filhos
– Dificuldade para lidar com comportamentos desafiadores das crianças